“Em
1989 surge o Maracatu Nação Pernambuco que, baseado em pesquisas, atraiu
curiosos até então distantes dos maracatus tradicionais. O Nação cria, assim,
um papel de interlocutor entre um novo público e a cultura de tradição oral.
Com a valorização da música de percussão, em especial a dos maracatus no
Recife, estimulou-se a criação de muitos grupos, inclusive os infanto-juvenis.”
Atuando em teatros tradicionais, palcos de festivais, realizando desfiles nas ruas com até 60 tambores e 300 desfilantes, gravando discos e ministrando oficinas, o Nação Pernambuco nasceu com o objetivo de dar uma amplitude maior e mais digna ao universo do maracatu, até então restrito ao período carnavalesco.
Este é o princípio orientador de um movimento cultural que tem no Maracatu Nação Pernambuco sua face mais conhecida, a ponta brilhante de uma grande e maciça estrutura, e na Sociedade Cultural e Carnavalesca Baquelivre Pernambuco Fábrica de Cultura sua personalidade jurídica, que desenvolve ainda o Projeto Sementes da Nação com crianças de 07 a 17 anos, o Grupo Cultural Toque Leoa, formado só por mulheres, a Escola Pernambucongo de Ritmos e o Viradança com aulas de dança popular.
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